
A fotografia depõe contra o falso parecer que faz da arte uma simples imitação da natureza.
quarta-feira, março 11, 2009
segunda-feira, março 09, 2009
sexta-feira, março 06, 2009
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Homenagem á resistência... Afinal ainda há...
Deparei-me com a dificuldade da revelação e dirigi-me ao CC Girassolum, Estudio2000, onde costumava mandar revelar os 35mm (cores e pb mas todos c41). Perguntei o que fazer e informaram-me que havia um Sr em Stª Clara que ainda revelava as emulsões tradicionais (não C41).
Fica mesmo entre o Alfredo e o Pinto d'Ouro a pequena tabacaria do Sr Manuel P. Murta que para alem de revelar, para meu espanto, tem á venda rolos 35mm e 120 da Ilford, mas tambem (o que é notavel) os liquidos de revelação, fixação etc, do mesmo fabricante.
Não se esqueçam, afinal já não é necessário mandar (esperar e pagar) filmes para o Porto ou Lisboa para revelar nem é necessário encomenda-los pela internet.
domingo, fevereiro 22, 2009
MORREU O ZÉ


Não temos palavras, só lágrimas e tristeza, fechou-se um ciclo............
"Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente."
Vinicius de Morais
http://www.josemegre.com/
A vida de José Megre fica ligada ao todo-o-terreno, actividade em que foi uma referência em Portugal. Foi um dos primeiros portugueses a participar no rali Dakar, em que se estreou em 1982. Repetiria a participação em 83, 84 e 92. "Íamos muito pela viagem, pela descoberta de novos países". O gosto pelo todo-o-terreno e pelas viagens levou-o a fundar o Clube de Todo-o-Terreno (1982) e o Clube Aventura (1984).
"O Zé tinha qualidades excepcionais de trabalho, de interesse e entusiasmo pelas coisas. Era uma pessoa com quem nem sempre era fácil trabalhar, devido ao ritmo que tinha, porque não era fácil acompanhar a pedalada dele. Fez um trabalho fantástico pelo todo-o-terreno, introduzindo-o na vertente desportiva e de lazer, o que é reconhecido por toda a gente", disse ontem Pedro Vilas Boas, co-fundador do Clube Aventura e um dos cinco portugueses que acompanharam Megre na primeira participação no Dakar.
A ligação de Megre ao desporto automóvel começou como piloto, tendo participado em corridas de velocidade e até em três provas do Mundial de ralis. Depois dedicou-se à preparação de carros de competições, foi até apresentador do programa sobre automóveis Ida e Volta na RTP1 e, acima de tudo, destacou-se na organização de eventos. Criou as mais conhecidas provas de todo-o-terreno em Portugal, desde a Baja Portalegre ao Rally Transibérico, passando pelo Raid Transportugal.
Nascido em Lisboa, a 26 de Março de 1942, José Megre estudou Engenharia Mecânica, com especialização em automóveis, em Londres, entre 1963 e 1996. Foi uma forma de o pai o afastar da guerra colonial, mas o jovem acabaria por se oferecer como voluntário, tendo cumprido serviço militar em Angola (1967/1970). No regresso, iniciou o seu percurso no Grupo Entreposto Comercial, em que, ao longo de 30 anos, trabalhou como director técnico, administrador e consultor.
O gosto pelas viagens teve o primeiro episódio aos 13 anos, quando foi à Galiza, num Peugeot 203, com os pais e os amigos. Foi o início de um percurso que está minuciosamente documentado no seu site oficial (www.josemegre.com). Percorreu quase três milhões de quilómetros (2.943.300) em 193 países, alguns sozinho, outros nas expedições que organizou a destinos tão diferentes como o Nepal, a Argentina ou o Níger.
Esteve em países de difícil acesso, como Birmânia (1980), Cambodja (1993), Coreia do Norte (2006) ou Afeganistão (2006), onde percorreu 2000 quilómetros ao volante de um Nissan Patrol GR, como é explicado no seu site. Já doente e em tratamentos, ainda teve forças, no ano passado para visitar a Guiné Equatorial, a Libéria e o Haiti. Faltava-lhe apenas o Iraque, onde já tinha tentado entrar, sem sucesso, através do Kuwait.
Agora iria tentar entrar pelo Curdistão, mas a doença não o deixou completar o mapa de viagens, das quais trouxe inúmeras recordações: "Era um coleccionador extraordinário. Tanto a casa de Lisboa, como a quinta [Penamacor] são autênticos museus de tudo o que se possa imaginar, desde mobiliário a livros e filmes", conta Pedro Vilas Boas, que vê o amigo que agora partiu como uma "referência". "Só espero que haja continuidade do trabalho que fez. Embora não seja fácil, porque ele era uma pessoa muito completa."
PUBLICOhttp://www.josemegre.com/
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
A CRIAÇÃO DO PECADO
Em ano de comemorações Darwinanas, aqui está uma belíssima animação, sobre a criação do homem, da mulher e do pecado, é claro. E se o velho da mochila de pau (qual antigo photographo ambulante...) se tivesse enganado e criado 2 homens ou 2 mulheres? Qual seria o tema para a retoma do poder do Sr Sócrates?
Vejam, é super nice!
PM
Vejam, é super nice!
PM
sábado, fevereiro 14, 2009
DARFUR

O conflito de Darfur (ou genocídio de Darfur) é uma luta armada na região de Darfur,situada no oeste do Sudão, que opõe os janjawid - milicianos recrutados entre os baggara, tribos nômades africanas de língua árabe e de religião muçulmana - e os povos não-árabes da área. O governo sudanês, embora negue publicamente que apoia os janjawid, tem fornecido armas(chinesas) e assistência militar , e tem participado em ataques conjuntos com os grupo de milicianos. O conflito iniciou-se, oficialmente, em fevereiro de 2003, com o ataque de grupos darfurianos rebeldes a postos do governo sudanês na região, mas as suas origens remontam a décadas de abandono do governo de Cartum, eminentemente árabe, para com as populações que vivem neste território.
As mortes causadas pelo conflito são estimadas entre 50 000 (Organização Mundial da Saúde, setembro de 2004) e 450 000 (Dr. Eric Reeves[6], 28 de abril de 2006). A maioria das ONGs trabalha com a estimativa de 500 000 mortes. O número de pessoas obrigadas a deixar as suas casas e aldeias é estimado em 4 000 000.Os meios de comunicação descrevem o conflito como um caso de "limpeza étnica" e de "genocídio". O governo dos EUA também o considera genocídio, embora as Nações Unidas ainda não tenham tido coragem para o fazer, pois a China, grande parceira comercial do governo sudanês,( exclusivo dos combustiveis) defende o país em todos os fóruns internacionais que abordam o tema, e fornece armas ao Governo do Sudão e como tal aos Janjawids . Algumas propostas de intervenção militar internacional realizadas na ONU não foram aprovadas por veto da China.....
Quando os combates se intensificaram em julho e agosto de 2006, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a Resolução 1706, de 31 de agosto de 2006, que prevê o envio de uma nova força de manutenção da paz da ONU, composta de 20 000 homens, para trabalhar em conjunto com as tropas da União Africana presentes no local, que contam com cerca de 7000 soldados. O Sudão opôs-se à Resolução e, no dia seguinte, lançou uma grande ofensiva militar na região.
De forma diferente da Segunda Guerra Civil Sudanesa, que opôs o norte muçulmano ao sul cristão e animista, em Darfur não se trata de um conflito entre muçulmanos e não muçulmanos pois a maioria da população é muçulmana, inclusive os janjawid. Trata-se de um conflito étnico-cultural, que se iniciou por motivos políticos, e ganhou contornos raciais ao longo dos últimos anos. Promovido por forças militares, hoje muitas vezes uma célula de poder independente, e impulsionado por interesses econômicos, como o fortalecimento das relações comerciais com a China......
A brutalidade e o genocidio deste povo mártir é brutal........como é possivel?
Culpados ....Sudão, ONU, China , EUA, e quem sabe todos nós....
De referir o fantástico trabalho de um português, Antonio Guiterres, que á frente da ACNUR tem organizado os gigantescos campos de refugiados no Chade.....
terça-feira, fevereiro 10, 2009
FILIPA PAIS





E a Filipa Pais com o Pedro e o Ricardo Dias que gozo nos deram quem há 15 anos ia aos "Urbas" que voz fabulosa que nos fazia dar a Alma pelo bebiamos, e escutavamos.....
Saravah Filipa......
"A voz aquática de FILIPA PAIS, transmite melhor que ninguém a luz de Lisboa e os cruzamentos culturais que acontecem na cidade de Ulisses. No seu universo musical aposta numa sonoridade influenciada pela matriz tradicional mas que avança, também, sobre um ambiente mais contemporâneo que transita pelo fado, a morna, a música popular portuguesa e a do Brasil, país em que cantou em inúmeras ocasiões e em que colaborou com prestigiados representantes desta terra: João Bosco, Chico César ou mesmo, Maria Bethânia. FILIPA PAIS é uma intérprete versátil que ganhou prestígio com uma coerência que não abandonou nunca, e que se baseia no seu selecto e escolhido repertório tanto ao nível de músicas, como de textos e também dos músicos que vestiram e arranjaram essas canções. Ela é admirada por muitos dos melhores músicos de Portugal que solicitaram a sua colaboração em numerosas ocasiões, resultado de uma grande cumplicidade e respeito pela cantora.
A sua trajectória é brilhante, podendo mesmo afirmar que estamos actualmente, diante de uma mulher que tem amadurecido vocal e musicalmente até ao ponto de não deixar margem para dúvida que é a mais completa intérprete de Portugal, dona de uma depurada técnica e de uma afinação perfeita sem esquecer a emoção e a frescura que desprendem os seus concertos."
MANAIA 20 ANOS DEPOIS?????





Em tempos no Centro Cultural Urbanidades, Alexandre Manaia era o Rei, excelente musico , grandes noites curtidas ao som dele, e agora? Não encontramos grandes referencias na net mas algo no You tube....é a primeira de uma série ....
GRANDE MANAIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Para quem se lembre recordar......
Aqui no You tube o Manaia tambem envelheveu é a vida!!!!!!
domingo, fevereiro 08, 2009
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