domingo, abril 01, 2012

segunda-feira, dezembro 19, 2011

domingo, dezembro 18, 2011

INVERNOS






Soneto ao inverno

Inverno, doce inverno das manhãs
Translúcidas, tardias e distantes
Propício ao sentimento das irmãs
E ao mistério da carne das amantes:

Quem és, que transfiguras as maçãs
Em iluminações dessemelhantes
E enlouqueces as rosas temporãs
Rosa-dos-ventos, rosa dos instantes?

Por que ruflaste as tremulantes asas
Alma do céu? o amor das coisas várias
Fez-te migrar – inverno sobre casas!

Anjo tutelar das luminárias
Preservador de santas e de estrelas...
Que importa a noite lúgubre escondê-las?


vinicius de morais

Londres, 1939

INVERNOS





quarta-feira, outubro 19, 2011

INÊS






INÊS





INÊS





A execução de Inês de Castro foi decretada por uma sentença real e motivada por imperativos políticos. Ao subir ao trono, D. Pedro, que tinha jurado perdoar os “matadores” de Inês, decidido a vingar a única mulher que amou, quebra esse juramento e proclama Inês, depois de morta, Rainha de Portugal.
Peça representada pelo grupo Fatias de Cá, no Mosteiro de Santa Clara a Velha
autoria de João Aguiar

segunda-feira, setembro 12, 2011